Antropologia Cultural - Prof. Brito

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Faculdade Sul-Americana - FASAM
 
Curso: Administração
Habilitações em Análise de Sistemas, Marketing e Pública/Privada
 
Disciplina: Antropologia Cultural
 
Professor: Ms. Wanderley Azevedo de Brito [1]
 
1. Ementa
 
Conceituação, objeto e campos da antropologia. Contribuições da antropologia para a compreensão do humano. Desenvolvimento histórico, teorias antropológicas e metodologia de pesquisa em antropologia cultural. Diversidade das correntes ou do pensamento antropológico e suas relações com outras áreas do conhecimento, especialmente a Administração. Cultura e suas mediações, além de outros temas no contexto das instituições e organizações. A abordagem antropológica como meio de compreensão dos processos de mudanças e resistências culturais e outras dimensões das organizações.
 
 
2. Objetivos Gerais
 
Propiciar ao (à) aluno (a) o acesso aos referenciais teóricos mínimos para que ele (a) possa analisar a sociedade a partir da abordagem antropológica da realidade. Possibilitar uma maior interação entre administração e a antropologia cultural como outra possibilidade para a compreensão das problemáticas no funcionamento das organizações. Permitir, a partir da antropologia, que o (a) aluno (a) compreenda o homem e a sua cultura como dimensões fundamentais para a organização e o funcionamento das empresas.
 
 
3. Objetivos Específicos
 
a. Fornecer aos alunos uma introdução geral da antropologia cultural, mostrando como as abordagens científicas da realidade se contrapõem ao senso comum.
b. Analisar o conceito de cultura e suas mediações com o universo da administração, permitindo aos alunos a compreensão dos meandros das mudanças culturais relacionadas com a indústria cultural e com a economia.
c. Oferecer aos alunos, a partir de uma abordagem antropológica, conhecimentos científicos na sua área de formação para melhor compreensão do homem e seu cotidiano.
d. Evidenciar, a partir de discussões teórico-práticas, que é possível estabelecer diálogos entre a administração e a antropologia cultural, na discussões das problemáticas das organizações e dos sujeitos que as compõem.
e. Discutir as idéias centrais de alguns pensadores na área de antropologia cultural, assim como seus conceitos fundamentais e buscando relaciona-los com os conhecimentos e práticas de administração.
f. Oferecer condições teórico-metodológicas para que os alunos considerem que discussões das teorias antropológicas transcendem as épocas e os contextos em que foram concebidas as teorias e podem fazer sentido na atualidade, ou auxiliá-los na compreensão das questões contemporâneas.
g. Sensibilizar o aluno a perceber e valorizar a diversidade cultural, afirmando o sentido positivo das diferenças e da identidade cultural, contribuindo para evitar manifestações etnocêntricas, racistas e/ou discriminatórias.
 
 
4. Conteúdo Programático
 
Unidade I – Antropologia Cultural
a. aula inaugural e apresentação do programa.
b. compreendendo o homem e a dinâmica na produção de sua existência.
c. objeto e desenvolvimento histórico da antropologia como ciência.
 
Unidade II – Teorias e Temas da Antropologia Cultural
a. divisões e correntes teóricas da antropologia.
b. etnologia e etnografia.
c. método e metodologia na antropologia cultural.
 
Unidade III – Antropologia Cultural
a. cultura, identidades culturais, etnicidade e sua representatividade no processo globalizador.
b. sociedade do espetáculo, tribos urbanas, controle do corpo e outras tendências atuais.
c. consumo, diferenças culturais na contemporaneidade e outros temas da antropologia cultural.
 
Unidade IV – Administração e Antropologia Cultural
a. abordagem antropológica na administração e as mudanças nas organizações
b. análise antropológica da influência da cultura no comportamento dos empregados/colaboradores
c. contribuições da antropologia cultural no campo da administração
 
 
5. Procedimentos didático-metodológicos e recursos avaliativos
 
O programa inicia-se com aula introdutória que expõe os campos teóricos a serem mapeados, acompanhados de discussões relacionados a eles. Em seguida subdivide-se em unidades de modo a melhor fixar os tópicos e as idéias dos diversos teóricos a serem trabalhados.
As aulas serão expositivas e dialogadas com abordagem e debates dos temas centrais. Indicação de leituras de textos teóricos, seguidas de debates, pesquisas e seminários sobre os temas do programa/curso.
Os recursos didáticos audiovisuais como filmes ou músicas podem ser utilizados para despertar o interesse dos alunos e potencializar a clareza e a compressão dos temas a serem estudados.
O aluno será submetido a avaliações, que somadas, comporão a nota final necessária para aprovação na disciplina.
Serão utilizados recursos avaliativos como grupos de discussão, resenhas, análises interpretativas de textos, seminários, verificações de leituras; avaliações escritas, dissertativas, individuais e/ou em grupos, entrevistas; outros.
 
 
6. Bibliografia Básica
 
AKTOUF, Omar. Pós-globalização, administração e racionalidade econômica: a síndrome do avestruz. São Paulo: Atlas, 2004.
BERGER, John. Modos de ver. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
BOAS, Franz. Antropologia cultural. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004.
CASTRO, Celso. Apresentação. In: BOAS, Franz. Antropologia cultural. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004, p. 7-23.
COELHO, Teixeira. Dicionário crítico de política cultural: cultura e imaginário. São Paulo: FAPESP/ILUMINURAS. 2004.
DELPHINO, Fátima Beatriz De Benedictis. Uma leitura multimodal de um texto publicitário. São Paulo: CEFET, 2004. Disponível em <http://www.cefetsp.br/edu/sinergia/fatima2.html>
FGF – Fundação Gilberto Freyre. Disponível em <http://www.fgf.org.br>
FREYRE, Gilberto. Casa-grande & Senzala: formação da família brasileira sob o regime de economia patriarcal.São Paulo: Editora Global, 2003.
________. O brasileiro como tipo nacional de homem situado no trópico e, na sua maioria, moreno: comentários em torno de um tema complexo. In: Biblioteca Virtual Gilberto Freyre. Disponível em <http://bvgf.fgf.org.br/portugues/obra/index.htm>
FUNDAJ – Fundação Joaquim Nabuco. Disponível em <http://www.fundaj.gov.br/docs/freyre/gf71.html> Acesso em 05/02/2005.
LA PLANTINI, F. 1988. Aprender antropologia. Ed. Brasiliense: São Paulo, 1998.
LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004.
MARCONI, Marina de Andrade, et al Antropologia : uma introdução. São Paulo: Atlas, 2001.
MATTOS, Carmem Lúcia Guimarães de. A abordagem etnográfica na investigação científica. Rio de Janeiro: UERJ, 2001. Disponível em <http://www.ines.org.br/paginas/revista>
MELLO. Luiz Gonzaga. Antropologia cultural: iniciação, teoria e tema. Petrópolis: Vozes, 2003.
ROCHA, Everardo P. Guimarães. O que é etnocentrismo. São Paulo: Brasiliense, 1999. (Col. Primeiros Passos)
SANTOS, José Luiz dos. O que é cultura. São Paul: Brasilienses, 2004. (Col. Primeiros Passos)
 
 
 
Faculdade Sul-Americana - FASAM
Disciplina: Antropologia Cultural
Professor: Ms. Wanderley Azevedo de Brito
Correio Eletrônico: britoaw@yahoo.com.br
 


[1]Wanderley Azevedo de Brito (britoaw@yahoo.com.br): Doutorando e Mestre em Educação, Especialista em Relações Internacionais e Graduado em História. Professor Adjunto de Antropologia Cultural na Faculdade Sul Americana. Assessor para Assuntos Institucionais na Universidade Estadual de Goiás – UEG. Pesquisador na Comissão da Assessoria de Avaliação Institucional da UEG. Pesquisador Voluntário nos Programas de Doutorado e Mestrado em Educação da Universidade Católica de Goiás. Vice-Presidente da ONG Ambiental Quatro Elementos. Consultor para Assuntos Institucionais e Antropologia Cultural nas Organizações.

F A S A M

O Livro Eletrônico Interativo de Antropologia Cultural (LEIA) é um canal de comunicação instantânea entre o professor de Antropologia Cultural (Brito) e os acadêmicos dos Cursos de Administração da Faculdade Sul Americana - FASAM - Goiânia - Goiás - Brasil.

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